Autoria: João Humberto Cesário
SKU: V-0042
ISBN: 978-65-88281-48-2
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Descrição

"Este livro é uma obra atualizada e completa sobre as Provas no Processo do Trabalho, que abrange regra - mentos legais importantes e até mesmo relativamente recentes, como a Lei Geral de Proteção de Dados, a Lei do Marco Civil da Internet, a Lei de Acesso à Informação e a Lei de Propriedade Industrial. Na seção de Provas Documentais Digitais, o texto, além de primoroso, versa de modo denso sobre matérias contemporâneas como a geolocalização e a utilização de ferramentas digitais para a adequada resolução de impasses probatórios. O livro ainda apresenta, na seção da Prova Pericial, o polêmico tema das Perícias Algorítmicas para a apuração de vínculo empregatício entre trabalhadores e empresas de transporte via aplicativo. Além disso, há um capítulo inteiramente dedicado às Provas Estatísticas, no qual é abordada a pertinência da utilização de tal modalidade probatória atípica em processos judiciais, com remissão, inclusive, ao assunto ainda pouco estudado no Brasil da Redução do Módulo da Prova". 

 João Humberto Cesário

 

Informações Gerais

Peso: 0,25 kg

Dimensões: 17 × 24 × 5 cm

Ano: 2023

Edição: 1ª

Número de páginas: 290

 

João Humberto Cesário

Pós-Doutor, Doutor e Mestre em Direito. Juiz do Trabalho. Membro do Conselho Acadêmico da Escola Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (ENAMATRA). Membro da Comissão Editorial da Revista Trabalhista Direito e Processo. Coordenador Acadêmico e Professor da Pós-graduação em Direito e Processo do Trabalho da Escola Superior da Magistratura Trabalhista de Mato Grosso (ESMATRA – MT). Tem atuado nos últimos anos como professor e/ou palestrante na Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT), no Centro de Ensino e Aperfeiçoamento de Assessores e Servidores do Tribunal Superior do Trabalho (CEFAST/TST) e nas Escolas Judiciais dos TRTs da 3ª, 5ª, 6ª, 7ª, 8ª, 9ª, 11ª, 13ª, 14ª, 15ª, 16ª, 18ª, 20ª e 23ª Regiões.

 

Sumário
1 - CONCEITO DE PROVA

2 - NATUREZA JURÍDICA DO DIREITO À PROVA

3 - ATIVIDADE PROBATÓRIA E FORMAÇÃO DO CONVENCIMENTO JUDICIAL. SUPERAÇÃO DAS NOÇÕES DE VERDADE SUBSTANCIAL E VERDADE FORMAL. CONSTRUINDO A VERDADE FACTÍVEL

4 - PRINCÍPIOS REITORES DA ATIVIDADE PROBATÓRIA
4.1 - PRINCÍPIO DA IMEDIAÇÃO
4.2 - PRINCÍPIO DA PARIDADE DE ARMAS PROBATÓRIAS
4.3 - PRINCÍPIO DA ATIPICIDADE DOS MEIOS PROBATÓRIOS
4.4 - PRINCÍPIO DA COMUNHÃO DA PROVA
4.5 - PRINCÍPIO DA UNIDADE DA PROVA
4.6 - PRINCÍPIO DA LICITUDE DAS PROVAS
4.6.1 - (I)Licitude dos meios probatórios: algumas questões comuns na esfera trabalhista
4.6.1.1 - Gravação de conversa telefônica ou ambiental por um dos interlocutores
4.6.1.2 - Monitoramento audiovisual do ambiente de trabalho e do ambiente externo
4.6.1.3 - Monitoramento do e  -  mail corporativo e de e  -  mail particular
4.6.1.4 - Realização de revistas íntimas ou nos pertences dos empregados
4.6.1.5 - Quebra do sigilo bancário pelo empregador sem autorização judicial

5 - OBJETO DA PROVA

6 - O MOMENTO PADRÃO DE PRODUÇÃO DA PROVA E A POSSIBILIDADE DA PRODUÇÃO ANTECIPADA DA PROVA
6.1 - INTRODUÇÃO
6.2 - A DIFERENÇA ENTRE A AÇÃO DE PRODUÇÃO ANTECIPADA DE PROVAS E A AÇÃO DE EXIBIÇÃO DE DOCUMENTOS
6.3 - CABIMENTO
6.4 - MODALIDADES PROBATÓRIAS QUE COMPORTAM PRODUÇÃO ANTECIPADA
6.5 - COMPETÊNCIA
6.6 - PROCEDIMENTO E RESPEITO AO CONTRADITÓRIO
6.7 - NATUREZA DA SENTENÇA, AUSÊNCIA DE VALORAÇÃO DA PROVA PRODUZIDA E LIMITAÇÕES RECURSAIS

7 - ÔNUS DA PROVA
7.1 - SIGNIFICADO: ÔNUS SUBJETIVO E ÔNUS OBJETIVO
7.2 - BREVE ITINERÁRIO LEGISLATIVO DO ÔNUS DA PROVA
7.3 - DISTRIBUIÇÃO ESTÁTICA DO ÔNUS DA PROVA
7.4 - DISTRIBUIÇÃO DINÂMICA: O PRINCÍPIO DA APTIDÃO PARA A PROVA E A INVERSÃO DO ÔNUS PROBATÓRIO NO PROCESSO DO TRABALHO
7.4.1 - A alegação da parte que a princípio responde estaticamente pelo ônus de provar deverá ser verossímil ou ela deverá ser tida por hipossuficiente
7.4.2 - A prova daquele que detém estaticamente o ônus probatório deve ser de difícil produção, enquanto que a prova da parte contrária deve ser de veiculação mais simples
7.4.2.1 - Exemplos de inversão do ônus da prova
7.4.3 - Da Inversão não pode resultar uma prova impossível ou excessivamente difícil para a parte (probatio 
diabolica)
7.5 - MOMENTO PROCESSUAL DA REPARTIÇÃO DO ÔNUS DA PROVA. EVENTUAL ADIAMENTO DA AUDIÊNCIA. POSSIBILIDADE DE IMPUGNAÇÃO DA DECISÃO DE 
INVERSÃO
7.6 - CONVENÇÃO DAS PARTES SOBRE O ÔNUS DA PROVA

8 - INDÍCIOS, PRESUNÇÕES E TÉCNICA DE REDUÇÃO DO MÓDULO DA PROVA

9 - VALORAÇÃO DA PROVA

MEIOS PROBATÓRIOS EM ESPÉCIE NO PROCESSO DO TRABALHO

1 - O INTERROGATÓRIO E O DEPOIMENTO PESSOAL COMO MEIOS DE OBTENÇÃO DA CONFISSÃO NO PROCESSO DO TRABALHO
1.1 - CONFISSÃO
1.1.1 - Conceito e objeto da confissão
1.1.2 - Classificação da confissão: peculiaridades gerais
1.1.2.1 - Real ou ficta
1.1.2.2 - Judicial ou extrajudicial
1.1.2.3 - Espontânea ou provocada
1.1.2.4 - Simples ou complexa
1.1.3 - Sujeitos e limites da confissão
1.1.3.1 - Confissão dos incapazes: o problema específico da confissão do menor trabalhador
1.1.3.2 - Confissão em casos de litisconsórcio
1.1.3.3 - Confissão e direitos indisponíveis

2 - TÉCNICAS E PARTICULARIDADES DO INTERROGATÓRIO E DO DEPOIMENTO PESSOAL
2.1 - INTRODUÇÃO
2.2 - FIXAÇÃO DOS PONTOS CONTROVERTIDOS
2.3 - A FORMA BÁSICA DE INQUIRIÇÃO DA PARTE E A CONVENIÊNCIA DA VERDADE
2.4 - A INQUIRIÇÃO PELO MAGISTRADO E A IMPOSSIBILIDADE DE FORMULAÇÃO DE AUTOPERGUNTAS
2.5 - DEPOIMENTO DE PARTES QUE FIGUREM NO MESMO PÓLO DA RELAÇÃO PROCESSUAL
2.6 - A ORDEM LEGAL DA OITIVA E A POSSIBILIDADE DA SUA INVERSÃO
2.7 - INVIABILIDADE DA PARTE QUE NÃO DEPÔS ASSISTIR AO DEPOIMENTO DO ADVERSÁRIO
2.8 - DEPOIMENTO ORAL E CONSULTA A BREVES APONTAMENTOS
2.9 - FATOS QUE A PARTE NÃO ESTÁ OBRIGADA A RESPONDER
2.10 - O SILÊNCIO DA PARTE E O EMPREGO DE EVASIVAS NAS RESPOSTAS
2.11 - DEPOIMENTO DA PARTE QUE NÃO SAIBA FALAR A LÍNGUA NACIONAL E DOS SURDOS - MUDOS

3 - PROVA DOCUMENTAL
3.1 - CONCEITO
3.2 - CLASSIFICAÇÃO
3.3 - A LACONICIDADE DA CLT E OS LIMITES DA SUPLETIVIDADE DO CPC QUANTO À PROVA DOCUMENTAL
3.4 - OS MOMENTOS PROCESSUAIS DE VEICULAÇÃO DA PROVA DOCUMENTAL
3.4.1 - Disciplinamento legal
3.4.2 - Disciplinamento prático
3.5 - FORÇA PROBATÓRIA BÁSICA DOS DOCUMENTOS
3.5.1 - Introdução
3.5.2 - Eficácia probatória básica dos documentos privados assinados
3.5.3 - Eficácia probatória básica dos documentos particulares que contenham ciência de fato
3.5.4 - Eficácia probatória básica dos documentos particulares não assinados
3.5.5 - A questão da data no documento particular
3.5.6 - Eficácia probatória básica dos documentos públicos
3.5.7 - A Questão do documento público exigido como da substância do ato
3.5.8 - Eficácia probatória básica dos documentos públicos feitos por oficial incompetente ou sem a observância das formalidades legais
3.5.9 - A fé do documento que contiver entrelinha, emenda, borrão ou cancelamento
3.5.10 - A cessação da fé dos documentos públicos e particulares
3.5.11 - Outras hipóteses de cessação da fé dos documentos particulares
3.6 - O PROBLEMA DA ORIGINALIDADE, DA AUTENTICIDADE E DA AUTENTICAÇÃO DOS DOCUMENTOS NO PROCESSO DO TRABALHO E A FORÇA PROBATÓRIA QUE ELES DETÊM
3.7 - DOCUMENTAÇÃO TRABALHISTA: ALGUMAS ESPECIFICIDADES
3.7.1 - A documentação do contrato de trabalho
3.7.2 - O valor probatório das anotações na carteira de trabalho
3.7.3 - Acordo para prorrogação e compensação de jornada
3.7.4 - Cartões de ponto
3.7.5 - O registro eletrônico de controle de jornada
3.7.6 - Recibos de pagamento de salário
3.7.7 - Descontos salariais
3.7.8 - A quitação e o pagamento das verbas rescisórias
3.7.9 - A validade do pedido de demissão do empregado detentor de garantia de emprego
3.7.10 - Os livros comerciais como elemento de prova no Processo do Trabalho
3.8 - QUESTÕES CONTEMPORÂNEAS: PROVAS DIGITAIS OU DOCUMENTOS DIGITAIS?
3.8.1 - Introdução
3.8.2 - Breve glossário legal do universo documental digital
3.8.3 - O uso do e-mail como prova judicial
3.8.4 - O uso do de aplicativos de comunicação instantânea (WhatsApp) como prova judicial
3.8.5 - O uso de páginas da internet como prova judicial
3.8.5.1 - Como desafiar, do ponto de vista prático, a questão relativa à identificação do autor de uma publicação na internet via internet protocol?
3.8.5.2 - A vulnerabilidade das informações contidas nas páginas da internet: voltando às questões da ‘verdade ficta’, da ‘verdade real’ e da ‘verdade factível’
3.8.5.3 - Páginas da internet e ata notarial
3.8.5.4 - A atividade do juiz e a busca de provas na internet
3.8.6 - O uso de fotografias digitais como prova judicial
3.8.7 - O uso da geolocalização para a dirimição de controvérsias trabalhistas
3.8.7.1 - Introdução
3.8.7.2 - O histórico de geolocalização por via da Google Timeline
3.8.7.3 - O relatório da geolocalização por via do takeout Google
3.8.7.4 - Expedição de ofício às operadoras de telefonia, para a detecção da estação rádio base a que determinado aparelho esteve conectado
3.8.7.5 - O problema jurídico da preservação da intimidade do titular dos dados no caso da geolocalização
3.9 - FERRAMENTAS PRÁTICAS IMPORTANTES PARA A EFICIENTE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS QUE SURGEM NA ANÁLISE DAS PROVAS DOCUMENTAIS DIGITAIS
3.10 - INCIDENTE DE FALSIDADE DOCUMENTAL
3.10.1 - Natureza Jurídica do Incidente de Falsidade
3.10.2 - Processamento do Incidente de Falsidade
3.10.3 - Ônus da prova na falsidade documental
3.11 - A EXIBIÇÃO INCIDENTAL DE DOCUMENTOS
3.11.1 - Introdução
3.11.2 - A exibição de documento ou coisa pelas partes (arts. 396 a 400 do CPC)
3.11.3 - A exibição de documento ou coisa por terceiro (arts. 401 a 403 do CPC)
3.11.4 - Motivos de escusa da exibição
3.11.5 - Documentos em poder das repartições públicas (artigo 438 do CPC)

4 - PROVA TESTEMUNHAL
4.1 - CONCEITO, IMPORTÂNCIA E GENERALIDADES
4.2 - OBJETO DA PROVA TESTEMUNHAL
4.3 - CLASSIFICAÇÃO DAS TESTEMUNHAS
4.4 - CAPACIDADE PARA DEPOR COMO TESTEMUNHA
4.4.1 - Introdução
4.4.2 - Uma única breve nota sobre a incapacidade para depor
4.4.3 - Algumas notas sobre o impedimento para depor
4.4.4 - Algumas notas sobre o suspeição para depor
4.4.5 - A possibilidade excepcional de oitiva de menores, impedidos e suspeitos como informantes
4.5 - NÚMERO DE TESTEMUNHAS
4.6 - CONVOCAÇÃO DAS TESTEMUNHAS
4.7 - OITIVA DAS TESTEMUNHAS POR DEPRECATA, ROGATÓRIA OU VIDEOCONFERÊNCIA
4.8 - PROCEDIMENTO DE TOMADA DOS DEPOIMENTOS TESTEMUNHAIS

5 - PROVA PERICIAL
5.1 - CONCEITO E GENERALIDADES
5.2 - OBJETO DA PROVA PERICIAL E MOMENTO DE ORDENAÇÃO DA SUA REALIZAÇÃO
5.3 - A CAUSA DE PEDIR E O OBJETO DA PERÍCIA
5.4 - CLASSIFICAÇÃO DAS PERÍCIAS
5.5 - O PROBLEMA DA OBRIGATORIEDADE DA PERÍCIA
5.6 - PROVA TÉCNICA SIMPLIFICADA
5.7 - O PERITO, A SUA NOMEAÇÃO, OS SEUS ENCARGOS, A SUA SUBSTITUIÇÃO E OS SEUS HONORÁRIOS PERICIAIS
5.8 - AS CONCLUSÕES DO PERITO, OS PODERES DE INSTRUÇÃO E DECISÃO DO MAGISTRADO E A POSSIBILIDADE DE REALIZAÇÃO DE NOVA PERÍCIA
5.9 - PROCEDIMENTO DA PROVA PERICIAL
5.10 - UMA ÚLTIMA PALAVRA: AS PERÍCIAS ALGORÍTMICAS PARA A AFERIÇÃO DE SUBORDINAÇÃO JURÍDICA NO CONTEXTO DA UBERIZAÇÃO

6 - INSPEÇÃO JUDICIAL
6.1 - CONCEITO, SUJEITO ATIVO, OBJETO
6.2 - O LOCAL DA INSPEÇÃO
6.3 - A REALIZAÇÃO DA INSPEÇÃO E OS DIREITOS DAS PARTES
6.4 - A LAVRATURA DO AUTO DE INSPEÇÃO

7 - PROVA EMPRESTADA
7.1 - CONCEITO, ABRANGÊNCIA E NATUREZA JURÍDICA
7.2 - REFUTAÇÃO DE ARGUMENTOS CONTRÁRIOS À UTILIZAÇÃO DE PROVAS EMPRESTADAS
7.3 - PROVAS EMPRESTADAS: REQUISITOS DE VALIDADE – SUJEITOS LEGITIMADOS - EXEMPLIFICAÇÃO
7.4 - A UTILIZAÇÃO DA PROVA PRODUZIDA NO JUÍZO CIVIL OU CRIMINAL
7.5 - É POSSÍVEL O USO EMPRESTADO DE “PROVA” PRODUZIDA EM INQUÉRITO POLICIAL OU INQUÉRITO CIVIL PÚBLICO?
7.6 - VALORAÇÃO DA PROVA EMPRESTADA

8 - PROVAS ESTATÍSTICAS: DE VOLTA À TÉCNICA DE REDUÇÃO DO MÓDULO DA PROVA REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS