O livro foi atualizado em conformidade com a legislação e a jurisprudência predominante. Alguns entendimentos do autor, manifestados nas edições anteriores, foram revistos em decorrência de alterações legislativas supervenientes.
Trata-se da mais completa obra sobre a audiência na Justiça do Trabalho. Aqui, o Prof. Manoel Antonio Teixeira Filho discorre, de maneira didática e minuciosa, sobre essa importante fase do processo do trabalho, contribuindo, inclusive, com a sua larga experiência adquirida ao tempo em que exercia a magistratura do trabalho.
Informações Gerais
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Peso: 0,40 kg
Dimensões: 17 × 24 × 5 cm
Ano: 2025
Edição: 4ª
Número de páginas: 504
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Manoel Antonio Teixeira Filho
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Advogado – Conferencista – Jurista – Magistrado aposentado do TRT da 9.ª Região – Um dos fundadores da Escola da Associação dos Magistrados do Trabalho do Paraná – Professor Emérito do Centro Universitário de Curitiba, Unicuritiba – Professor na Escola da Magistratura do Trabalho do Paraná – Membro do Instituto Latinoamericano de Derecho del Trabajo y de la Seguridad Social – do Instituto de Direito Social do Brasil – da Société Internationale de Droit du Travail et de la Sécurité Sociale – do Instituto dos Advogados do Paraná – da Academia Nacional de Direito do Trabalho – da Academia Paranaense de Letras Jurídicas – Autor de 28 livros sobre Direito Processual do Trabalho – Presidente da Comissão elaboradora do anteprojeto de Código de Processo do Trabalho, constituída pela Academia Brasileira de Direito do Trabalho.
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Sumário
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PREÂMBULO PREÂMBULO À 4.ª EDIÇÃO
Primeira Parte – GENERALIDADES CAPÍTULO I – O JUIZ, O EXERCÍCIO DOS SEUS PODERES E A AUDIÊNCIA CAPÍTULO II – A ATUAÇÃO DO ADVOGADO NA AUDIÊNCIA CAPÍTULO III – O MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO E A AUDIÊNCIA CAPÍTULO IV – A REPRESENTAÇÃO DAS PARTES NA AUDIÊNCIA. O PREPOSTO
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Considerações gerais
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O preposto 2.1. A “carta” de preposto
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O empregador doméstico
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O grupo econômico CAPÍTULO V – AUDIÊNCIA
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Etimologia
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Conceito
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Finalidade
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Audiência e oralidade 4.1. Pelo predomínio da palavra oral 4.2. Pela imediatidade do juiz 4.3. Pela identidade física do magistrado 4.4. Pela concentração dos atos do procedimento 4.5. Pela irrecorribilidade (autônoma) das decisões interlocutórias
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Prazo mínimo para a realização da audiência
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Unidade da audiência
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O fracionamento da audiência
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Publicidade
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Estrutura da audiência
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A ata
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A duração da audiência
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A programação da duração da audiência
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O atraso das partes no comparecimento à audiência
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O atraso do juiz à audiência
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O não comparecimento do autor à audiência una
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O não comparecimento do réu à audiência una
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O não comparecimento das partes à audiência una
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O não comparecimento do autor à audiência inicial
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O não comparecimento do réu à audiência inicial
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O não comparecimento do advogado à audiência inicial
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O não comparecimento de uma das partes à audiência em que deveria depor
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O não comparecimento de ambas as partes à audiência em que deveriam depor
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O não comparecimento do advogado à audiência de instrução
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O adiamento da audiência 24.1. A requerimento de uma das partes 24.1.1. Impossibilidade de comparecimento da parte 24.1.2. Ausência de testemunha 24.2. A requerimento de ambas as partes 24.3. Por iniciativa do juiz
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A antecipação da audiência
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Realização da audiência a portas fechadas
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Realização da audiência fora dos horários previstos em lei
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Realização da audiência em outro local
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O poder de polícia do juiz
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Sentença não proferida em audiência
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Infrações penais praticadas, com maior frequência, nas audiências trabalhistas 31.1. Dos Crimes Praticados por Particular Contra a Administração em Geral 31.2. Dos Crimes Contra a Administração da Justiça 31.3. Outros crimes 31.3.1. Dos Crimes contra a Honra 31.3.2. Dos Crimes Contra a Organização do Trabalho 31.3.3. Dos Crimes Contra a Fé Pública 31.3.4. Dos Crimes Contra o Patrimônio
Segunda Parte – DINÂMICA DA AUDIÊNCIA CAPÍTULO I – A ABERTURA CAPÍTULO II – O PREGÃO DAS PARTES CAPÍTULO III – A POSIÇÃO DAS PARTES À MESA CAPÍTULO IV – A PRIMEIRA PROPOSTA DE CONCILIAÇÃO CAPÍTULO V – A RESPOSTA DO RÉU
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Introdução
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Exceção 2.1. Etimologia e conceito 2.2. Classificação 2.3. Espécies de exceção 2.3.1. Exceção de Incompetência 2.3.1.1. Introdução 2.3.1.2. Prazo 2.3.1.3. Procedimento 2.3.2. Exceção de suspeição 2.3.2.1. Introdução 2.3.2.2. Casuística 2.3.2.3. Suspensão do processo 2.3.3. Exceção de impedimento 2.3.3.1. Comentário 2.3.3.2. Prazo 2.3.3.3. Casuística 2.3.4. O procedimento referente à suspeição e ao impedimento 2.3.4.1. No processo civil 2.3.4.2. No processo do trabalho
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Contestação 3.1. Introdução 3.2. Etimologia e conceito 3.3. Escorço histórico 3.4. Finalidade e efeitos 3.5. Prazo e forma 3.6. Defesas direta e indireta 3.7. Exceção e contestação 3.8. Requisitos 3.9. Preliminares 3.9.1. Comentário 3.9.2. Casuística 3.10. Mérito 3.10.1. Princípio da eventualidade 3.10.2. Ônus da impugnação especificada 3.10.2.1. Exceções à regra 3.10.3. Alegações supervenientes 3.10.4. Técnica de elaboração 3.10.4.1. Comentário 3.10.5. Revelia 3.10.5.1. Origens históricas 3.10.5.2. Conceito 3.10.5.3. Efeitos 3.10.5.4. Prazos e produção de provas 3.10.5.5. A sentença, na revelia 3.10.5.6. Revelia e recurso
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Reconvenção 4.1. Escorço histórico 4.2. Conceito 4.3. Pressupostos 4.4. Prazo 4.5. Procedimento
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Reconhecimento do direito do autor 5.1. Comentário 5.2. Momento
CAPÍTULO VI – A FIXAÇÃO DOS PONTOS SOBRE OS QUAIS INCIDIRÁ A PROVA CAPÍTULO VII – CONCEITO DE PROVA JUDICIAL CAPÍTULO VIII – A INICIATIVA JUDICIAL DA PROVA CAPÍTULO IX – O INTERROGATÓRIO DOS LITIGANTES
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Interrogatório e depoimento 1.1. Interrogatório 1.2. Depoimento 1.3. Distinção entre ambos 1.4. A matéria na CLT 1.5. Quem deve ser interrogado. O preposto 1.6. Interrogatório do menor de dezoito anos 1.7. Interrogatório mediante intérprete 1.8. A proibição de desconto no salário 1.9. Técnica do interrogatório 1.10. Recusa de depor 1.11. Fatos sobre os quais a parte não é obrigada a depor 1.12. O interrogatório nas ações de rito ordinário, sui generis 1.13. O interrogatório no procedimento sumariíssimo
CAPÍTULO X – CONFISSÃO
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Introdução
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Confissão não é pena
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Elementos da confissão
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Espécies de confissão
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O problema da ficta confessio no processo do trabalho (tese)
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Quem pode confessar
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Efeitos da confissão
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O princípio legal da indivisibilidade da confissão
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Revogação da confissão
CAPÍTULO XI – A PROVA DOCUMENTAL
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Conceito. Conteúdo
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Classificação
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Formação e eficácia dos documentos públicos
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Documento feito por oficial público incompetente
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Documentos não originais: eficácia
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Declarações constantes de documento particular
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Autenticidade de documento particular
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A data do documento particular
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O autor do documento particular
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As cartas e os demais registros domésticos
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A nota escrita pelo credor em parte do documento
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Telegrama, radiograma e outros meios de transmissão
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Os livros comerciais e a escrituração contábil
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Exibição de livros comerciais e de documentos do arquivo
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As reproduções mecânicas
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Cópias de documentos particulares
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Documento contendo entrelinha, emenda, borrão ou cancelamento
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Cessação da fé quanto ao documento público ou particular
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Cessação da fé quanto ao documento particular
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O ônus da prova a respeito dos documentos
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Requisição de documentos
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Exibição de documento ou coisa
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Arguição de falsidade documental
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Documentos típicos das relações trabalhistas
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Desentranhamento de documentos
CAPÍTULO XII – A INQUIRIÇÃO DAS TESTEMUNHAS
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Prova testemunhal 1.1. Considerações introdutórias
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Conceito de testemunha
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O problema da inverdade das declarações
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Espécies de testemunhas
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A obrigação de testemunhar
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Pessoas que não podem depor como testemunha
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Inquirição de pessoas impedidas ou suspeitas
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Fatos sobre os quais a testemunha não é obrigada a depor
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Obrigações e direitos da testemunha
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A produção da prova testemunhal no processo do trabalho
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O funcionário da Vara arrolado como testemunha
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Admissibilidade e inadmissibilidade da prova testemunhal
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Inquirição antecipada
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Inquirição mediante carta precatória
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Limite legal do número de testemunhas. Ações individuais e plurais. A testemunha referida. A testemunha única
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A técnica da inquirição. A ordem de inquirição e a separação das testemunhas
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A qualificação. A contradita
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O compromisso. A advertência
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A formulação das perguntas. O indeferimento
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A acareação
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A gravação dos depoimentos das testemunhas
CAPÍTULO XIII – O EXAME PERICIAL E O DEPOIMENTO DO PERITO
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Conceito de perícia e de perito
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Perito e testemunha
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Espécies de prova pericial
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Classificação da prova pericial
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Indeferimento da prova pericial
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Requerimento de perícia
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Providências judiciais
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A questão da exigência de depósito parcial e prévio dos honorários periciais
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A escusa e a recusa do perito e dos assistentes técnicos
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Substituição do perito ou dos assistentes técnicos
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Perícia mediante carta
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O desempenho das funções de perito e de assistente
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Perícia e atentado
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A lavratura do laudo
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Dilação do prazo para a entrega do laudo
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Apresentação do laudo
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O laudo e o princípio da persuasão racional
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Nova perícia
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Perícia relativa à falsidade ou autenticidade de documento, letra ou assinatura
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A falsidade do laudo
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Produção antecipada da prova pericial
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Dispensa da prova pericial
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Substituição da perícia
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O depoimento do perito
CAPÍTULO XIV – A INSPEÇÃO JUDICIAL
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Considerações preambulares
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Conceito
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Lugar da inspeção
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O ato de inspeção
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Inspeção cumulada com perícia
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O auto de inspeção
CAPÍTULO XV – AS RAZÕES FINAIS
CAPÍTULO XVI – A SEGUNDA PROPOSTA DE CONCILIAÇÃO
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Nulidade por falta das propostas conciliatórias
CAPÍTULO XVII – O JULGAMENTO
CAPÍTULO XVIII – OS FATOS POSTERIORES À AUDIÊNCIA
CAPÍTULO XIX – A AUDIÊNCIA NOS DISSÍDIOS COLETIVOS
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Considerações introdutórias
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O requisito do comum acordo 2.1. Inconstitucionalidade do requisito
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Dissídio coletivo jurídico e greve 3.1. Greve em atividade essencial
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A audiência
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