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Peso: 0,28 kg Dimensões: 16 × 23 × 5 cm Ano: 2026 Edição: 1ª Número de páginas: 190 |
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Mestre em Direito das Relações Sociais e Trabalhistas pelo Centro Universitário do Distrito Federal (UDF). Graduado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 1971. Foi Presidente da Associação Brasileira da Advocacia Trabalhista (ABRAT) no biênio 2002/2004. Foi Presidente da JUTRA – Associação Luso-Brasileira de Juristas do Trabalho entre 2007 e 2009. Patrono Nacional da Advocacia Trabalhista eleito em 2004. Advogado. |
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AGRADECIMENTOS PREFÁCIO INTRODUÇÃO
1.1. Conceito ou conceitos possíveis 1.2. Aporofobia – Necropolítica e Drapetomania 1.2.1. Uma necropolítica violenta 1.2.2. Tanatofobia – a morte durante a vida 1.2.3. A denominada Drapetomania 1.3. Aporofobia e os indígenas 1.4. Aporofobia e sistema carcerário 1.5. Afinal… Aporofobia é
2.1. Pobreza. Desprezo político. Desatenção social. Pobreza de cidadania. 2.2. Quem são os pobres 2.3. A pobreza e suas insuficiências 2.4. As escravidões modernas e os transescravos
3.1. Aquilombar em busca do 14 de maio 3.2. Ventres livres. Corpos Presos. Aporofobia desde sempre 3.3. Garrote nas leis. Grilhões na cidadania 3.4. A escravidão e a “ciência” 3.5. Legislação trabalhista aporofóbica 3.6. Aporofobia processual 3.7. Jurisprudência aporofóbica
4.1. Constitucionalismo e a igualdade desigual 4.2. O constitucionalismo dos colonizadores. Um “contrato social tupiniquim” 4.3. Avanço Humanista ou Regresso Saquarema, um Supremo Dilema. Como Exercer Jurisdição em Comunidade Pobre 4.4. Aporofobia constitucional. Constituições colonizadas e o (eterno) Poder Moderador 4.5. O Imoderado Poder Moderador Estável 4.6. Uma mercadológica suprema aporofobia. Decisões aporofóbicas do Supremo Tribunal Federal
CONCLUSÃO REFERÊNCIAS |