|
ASPECTOS INTRODUTÓRIOS
ASPECTOS GERAIS DA LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS E SEUS IMPACTOS NAS RELAÇÕES DE TRABALHO 15 Iuri Pinheiro e Vólia Bomfim 1. Histórico da proteção de dados……………………………………………….. 16 2. Aplicação da LGPD no espaço…………………………………………………. 20 3. Inaplicabilidade da LGPD…………………………………………………………. 21 4. Conceitos trazidos pela LGPD………………………………………………….. 22 5. Princípios da LGPD…………………………………………………………………… 25 6. Sujeitos da LGPD………………………………………………………………………. 26 6.1. Titular dos dados pessoais………………………………………………. 26 6.2. Controlador……………………………………………………………………….. 27 6.3. Operador……………………………………………………………………………. 28 6.4. Controlador por equiparação……………………………………………. 34 6.5. Encarregado……………………………………………………………………… 35 6.5.1. Conceito e atribuições……………………………………………. 36 6.5.2. Questões polêmicas acerca do encarregado………… 37 7. Bases legais para o tratamento de dados……………………………….. 42 7.1. Pesquisa de antecedentes (background checks e pre-employment vetting) 45 7.2. Utilização de dados biométricos dos empregados…………. 47 7.3. Monitoramento de redes sociais……………………………………… 49 7.4. As relações de trabalho e o risco do tratamento de dados pessoais baseado no consentimento 50 8. Decisões Automatizadas………………………………………………………….. 52 9. Término do tratamento de dados…………………………………………….. 54 10. Negociação coletiva sobre tratamento de dados……………………. 55 11. Responsabilidade civil……………………………………………………………… 56 12. Bibliografia……………………………………………………………………………….. 57
APLICAÇÃO DAS BASES LEGAIS PARA DADOS PESSOAIS E DADOS PESSOAIS
SENSÍVEIS NO CONTEXTO DAS RELAÇÕES DE TRABALHO
LGPD NAS RELAÇÕES DE TRABALHO: OS RISCOS DE UTILIZAÇÃO DO CONSENTIMENTO PARA O TRATAMENTO DOS DADOS DOS
TRABALHADORES Fabrício Lima Silva 1. Introdução…………………………………………………………………………………. 61 2. Hipóteses legais para o tratamento de dados pessoais no Brasil 63 3. A precedente discussão europeia……………………………………………. 65 4. A autodeterminação informativa e o consentimento……………… 68 5. Considerações finais………………………………………………………………… 73 6. Referências bibliográficas……………………………………………………….. 74 A LGPD E A PROTEÇÃO DOS DADOS PÚBLICOS (OU TORNADOS PÚBLICOS) NO CONTEXTO DAS RELAÇÕES DE TRABALHO: A INTERNET NÃO É “TERRA DE NINGUÉM” 75 Cláudio Mascarenhas Brandão 1. Introdução…………………………………………………………………………………. 75 2. Origem e natureza do direito à proteção dos dados pessoais.. 76 3. Contexto da proteção dos dados pessoais em geral………………. 79 4. A proteção dos dados pessoais públicos ou disponibilizados publicamente 5. A primeira (e importante) decisão do STF sobre a proteção de dados pessoais de acesso público 94 6. Conclusão…………………………………………………………………………………. 102 7. Referências………………………………………………………………………………. 103 A INCIDÊNCIA DA LGPD NA CONTRATAÇÃO DO EMPREGADO E O COMPLIANCE EM PROTEÇÃO DE DADOS 105 Larissa Matos 1. Considerações iniciais……………………………………………………………… 105 2. Aplicação da LGPD na seara trabalhista…………………………………. 106 3. A incidência da LGPD no ato de contratação do empregado….. 110 4. Compliance em proteção de dados…………………………………………. 115 5. Conclusão…………………………………………………………………………………. 116 6. Referências………………………………………………………………………………. 117 O TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS EM PROCESSOS SELETIVOS: O ABANDONO DO CONSENTIMENTO E A RESPONSABILIDADE PROATIVA DO EMPREGADOR 119 Bernardo Menicucci Grossi 1. Introdução…………………………………………………………………………………. 119 2. Fundamento para o tratamento lícito de dados pessoais no processo seletivo 121 3. Princípios aplicáveis ao processo seletivo……………………………… 127 3.1. O compartilhamento de dados em processos seletivos…. 129 4. Política de seleção enquanto boa prática de governança………. 129 5. Conclusão…………………………………………………………………………………. 130 6. Referências………………………………………………………………………………. 131
PODER EMPREGATÍCIO E PROTEÇÃO DE DADOS
DO PANOPTISMO AO PÓS-PANOPTISMO: CONTROLE DA GEOLOCALIZAÇÃO DOS TRABALHADORES PELO EMPREGADOR 135 Fabrício Lima Silva 1. Introdução…………………………………………………………………………………. 135 2. Do panoptismo ao pós-panoptismo: uma realidade orwelliana 136 3. A privacidade e a autodeterminação informativa……………………. 139 4. Considerações finais………………………………………………………………… 144 5. Bibliografia……………………………………………………………………………….. 144 O PODER DISCIPLINAR DO EMPREGADOR E A LGPD NAS RELAÇÕES DE EMPREGO 147 Nycolle Araújo Soares e Rafael Lara Martins 1. Aplicação da LGPD nas relações de trabalho………………………….. 147 2. Da necessidade de treinamento para posterior apuração de condutas 3. Documentação interna para fiscalização da proteção de dados 156 4. O poder disciplinar do empregador…………………………………………. 157 5. Conclusão…………………………………………………………………………………. 162 6. Referências………………………………………………………………………………. 162
CONSIDERAÇÕES SOBRE A DIREÇÃO E CONTROLO NO TELETRABALHO EM PORTUGAL – DA TRANSIÇÃO DO DIREITO DE DESCONEXÃO DO TRABALHADOR PARA O DEVER DE NÃO CONTACTAR DO EMPREGADOR 165 Yuri Rodrigues Ladeia 1. Introdução: o teletrabalho – da génese à atualidade……………… 165 2. A desconexão no contexto do teletrabalho…………………………….. 168 3. Tempo de trabalho e os limites da prerrogativa de direção e controlo 4. As implicações da alteração legislativa – do direito do empregado a desligar ao dever de desligar do empregador 5. A alteração no equilíbrio da relação de poder entre o trabalhador e o empregador no contexto da desconexão 175 6. Conclusão…………………………………………………………………………………. 177 7. Bibliografia……………………………………………………………………………….. 178
DIREITOS DOS TITULARES E ASPECTOS COLETIVOS
O SINDICATO COMO REPRESENTANTE LEGAL DOS TRABALHADORES E O DIREITO DE ACESSO AOS DADOS PESSOAIS 183 Mirta Gladys Lerena Manzo de Misailidis e Carolina Marzola Hirata 1. Introdução…………………………………………………………………………………. 183 2. Noções sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)……….. 184 3. O paradigma espanhol……………………………………………………………… 186 4. Legitimidade dos sindicatos no direito pátrio…………………………. 190 5. Acesso do sindicato aos dados pessoais dos empregados…… 193 6. Produção antecipada de provas………………………………………………. 196 7. Conclusão…………………………………………………………………………………. 198 8. Referências bibliográficas……………………………………………………….. 199
SUJEITOS DA LGPD
ASPECTOS CONTROVERTIDOS ACERCA DA FIGURA DO ENCARREGADO PELO TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS NO ÂMBITO DAS RELAÇÕES DE EMPREGO 203 Ana Sylvia da Fonseca Pinto Coelho e Leandro Fernandez 1. Introdução…………………………………………………………………………………. 204 2. Conceitos básicos da Lei Geral de Proteção de Dados aplicados ao contexto das relações de emprego 204 2.1. O titular dos dados pessoais……………………………………………. 205 2.2. Agentes de tratamento de dados pessoais: controlador e operador 2.3. O encarregado…………………………………………………………………… 206 3. As atribuições do encarregado………………………………………………… 207 4. A designação do encarregado…………………………………………………. 208 5. Encarregado empregado: exercício de outras atividades e enquadramento em cargo de confiança 209 6. A figura da “comissão” ou “equipe” de encarregados……………. 212 7. Deveres de sigilo e confidencialidade……………………………………… 213 8. A questão da garantia de emprego do encarregado……………….. 213 9. A dispensa de indicação de encarregado………………………………… 214 10. O encarregado enquadrado como categoria profissional diferenciada 11. Conclusões……………………………………………………………………………….. 216 12. Bibliografia……………………………………………………………………………….. 217
LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS VERSUS LEI DE ACESSO A INFORMAÇÕES: APARENTE CONFLITO ENTRE NORMAS 221 Isaac Nogueira de Almeida e Luciane Cardoso Barzotto 1. Introdução…………………………………………………………………………………. 221 2. Lei de Acesso a Informações e Proteção de Dados………………… 223 3. Anonimização…………………………………………………………………………… 230 4. Conclusão…………………………………………………………………………………. 232 5. Referências………………………………………………………………………………. 233
RESPONSABILIDADE CIVIL DOS AGENTES DE TRATAMENTO
A POSSIBILIDADE DE RESPONSABILIZAÇÃO CIVIL EM DECORRÊNCIA DA DEFINIÇÃO INDEVIDA DE PERFIS (PROFILING) NO RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE TRABALHADORES NOS ORDENAMENTOS JURÍDICOS BRASILEIROS E PORTUGUESES 237 Fabrício Lima Silva 1. Introdução…………………………………………………………………………………. 237 2. Discriminação algorítmica……………………………………………………….. 241 3. Proteção de dados no RGPD……………………………………………………. 244 4. Proteção de dados na LGPD…………………………………………………….. 246 5. Responsabilidade civil……………………………………………………………… 248 6. Considerações finais………………………………………………………………… 250 7. Bibliografia……………………………………………………………………………….. 251
TRATAMENTO DE DADOS PELO PODER JUDICIÁRIO
O APARENTE PARADOXO ENTRE A POLÍTICA DE OPEN JUSTICE E O DIREITO FUNDAMENTAL À PROTEÇÃO DE DADOS 255 Paulo Eduardo Vieira de Oliveira e Fabrício Lima Silva 1. Introdução…………………………………………………………………………………. 256 2. A precedente discussão europeia……………………………………………. 259 3. A atuação do Conselho Nacional de Justiça…………………………… 261 4. A premente necessidade de regulamentação da aplicação da anonimização dos dados das partes e testemunhas nos processos judiciais 264 5. Considerações finais………………………………………………………………… 268 6. Bibliografia……………………………………………………………………………….. 269
|