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Peso: 0,20 kg Dimensões: 15 × 22 × 5 cm Ano: 2026 Edição: 1ª Número de páginas: 134 |
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Professor Titular da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Pós-Doutor em Ciências Jurídico-Políticas pela Universidade Clássica de Lisboa (Portugal). Doutor summa cum laude em Direito Internacional pela Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Mestre em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), aprovado com nota máxima e com voto de louvor pela banca examinadora. Fundador e primeiro coordenador do Programa de Mestrado em Direito da UFMT. Professor permanente do Mestrado em Tutela Internacional dos Direitos Humanos da Universidade de Roma La Sapienza (Itália) e professor convidado no Institut des Hautes Études Internationales (IHEI) da Universidade de Paris 2, Panthéon-Assas (França). Membro titular da Sociedade Brasileira de Direito Internacional (SBDI) e da Associação Brasileira de Constitucionalistas Democratas (ABCD). Foi membro-consultor da Comissão Especial de Direito Internacional do Conselho Federal da OAB. Atuou como coordenador jurídico da Revista de Derecho Internacional y del Mercosur (Buenos Aires, Argentina) e como consultor da Universidade da Flórida (EUA) em Direito Internacional do Meio Ambiente, no programa Iniciativa para Liderança da Conservação Amazônica no Brasil. Autor de vários livros sobre Direito Internacional e Direitos Humanos e de ensaios publicados em revistas jurídicas especializadas, nacionais e estrangeiras. Palestrante e conferencista internacional, com participação constante em diversos institutos e universidades estrangeiros. É advogado, consultor e parecerista nas áreas do Direito Internacional Público, Direito Internacional Privado, Direito Constitucional e Direitos Humanos. |
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APRESENTAÇÃO
CAPÍTULO 1. CONVENCIONALIDADE DAS NORMAS E CONVENCIONALIDADE DAS INSTITUIÇÕES
1.1. Introdução
1.2. Construção e implementação do controle de convencionalidade
1.2.1. Teoria da “dupla compatibilidade vertical material”
1.2.2. Da constitucionalização à convencionalização do ordenamento jurídico
1.2.3. Ampliação dos legitimados ao controle de convencionalidade
1.2.4. Controle de convencionalidade e transformação institucional
1.3. Dimensão institucional da convencionalidade
1.4. Nova compreensão da proteção institucional dos direitos humanos
CAPÍTULO 2. INSTITUIÇÕES DE GARANTIA CONSTITUCIONAL-CONVENCIONAIS
2.1. Introdução
2.2. Dupla dimensão das instituições de garantia
2.3. Vocação constitucional à proteção de direitos
2.4. Corpus iuris e proteção multinível dos direitos humanos
2.5. Princípio pro persona e máxima efetividade dos direitos humanos
2.6. Responsabilidade hermenêutica das instituições de garantia
2.7. Prevenção da responsabilidade internacional
CAPÍTULO 3. CONFORMAÇÃO CONSTITUCIONAL-CONVENCIONAL DAS INSTITUIÇÕES DE GARANTIA
3.1. Introdução
3.2. Juiz constitucional-convencional
3.2.1. Juiz nacional como juiz interamericano
3.2.2. Corpus iuris internacional e responsabilidade hermenêutica do magistrado
3.2.3. CNJ e institucionalização da magistratura constitucional-convencional
3.3. Ministério Público constitucional-convencional
3.3.1. A interamericanização do Ministério Público
3.3.2. Ministério Público como instituição de defesa da ordem convencional
3.3.3. CNMP e institucionalização da convencionalidade ministerial
3.4. Defensoria Pública constitucional-convencional
3.4.1. Promoção dos direitos humanos como função constitucional
3.4.2. Defesa constitucional-convencional das pessoas em situação de vulnerabilidade
3.4.3. Meios de aferição de convencionalidade pela Defensoria Pública
3.5. Polícia judiciária constitucional-convencional
3.5.1. Regras sobre acesso à justiça das pessoas em condição de vulnerabilidade (“100 Regras de Brasília”)
3.5.2. Resolução nº 43/173 da ONU e garantias da pessoa privada de liberdade
3.5.3. Polícia Judiciária e aferição da convencionalidade
3.6. Convergência das instituições constitucional-convencionais de garantia
CAPÍTULO 4. TEORIA GERAL DAS INSTITUIÇÕES CONSTITUCIONAL-CONVENCIONAIS
4.1. Funcionalidade institucional e direitos humanos
4.2. Dimensões da institucionalidade de garantia
4.3. Concretização da convencionalidade institucional
4.4. Responsabilidades no exame de convencionalidade
4.5. Dimensão cooperativa da convencionalidade
CAPÍTULO 5. DIMENSÃO BRASILEIRA DAS INSTITUIÇÕES CONSTITUCIONAL-CONVENCIONAIS
5.1. Introdução
5.2. Instituições constitucional-convencionais no Brasil
5.3. Reflexos do constitucionalismo multinível latino-americano
5.4. Alcances e limites da teoria
CONCLUSÃO GERAL
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
OBRAS DO AUTOR
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